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Conflito federativo

Por urandionline

Conflito federativo 

Prefeitos de todo o País temem o que chamam de “conflito federativo” diante da indefinição do Governo Federal sobre o planejamento da imunização dos brasileiros contra o Covid-19. Eles lembram que, como em todas as campanhas de vacinação, cabe aos prefeitos a logística, armazenagem, distribuição e aplicação. As entidades que representam os gestores municipais dizem esperar do governo e do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, mais clareza na estratégia nacional de imunização.

Regras

O presidente da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), Jonas Donizette, cobra regras claras do que vai ser fornecido, como vai ser fornecido e quando vai ser fornecido. “Porque se não for, a gente compra”, afirma.

Cinema

Estamos vivenciando momentos que mais parece o enredo de um filme apocalíptico muito explorado no cinema. Uma doença mortífera transmitida por um vírus que se espalha rapidamente pelo planeta colocando em risco a existência da raça humana.

Bioterrorismo

Pode parecer mera distopia, mas acreditem, a ameaça é real, porém, a maioria das pessoas não leva a sério – essa nova forma de bioterrorismo “poderá matar centena de milhões de pessoas em curto espaço de tempo”, caso as pessoas não adotem as medidas necessárias para conter o avanço da epidemia.

Ameaça letal

Certamente essa pandemia tem sido uma das ameaças mais catastrófica que a humanidade está encarando no momento. Supostamente, ao que parece, infelizmente a sociedade, caminha para um desastre globalizado, contudo, apesar de uma ameaça tão letal, ainda temos que lidar com Políticos irresponsáveis que estão apenas preocupados com os próprios interesses, permitindo a corrupção a roubalheira, além de governantes despreparados com expressões chulas e escrotas ao tratarem um assunto tão sério com tanta banalidade. Precisamos urgente de estadistas comprometidos com o povo.

Recesso

O Congresso Nacional entra em recesso oficialmente a partir de hoje(23) e posterga, para 2021, pautas econômicas tidas pelo Executivo como prioritárias e urgentes. Em mais um ano marcado pela falta de articulação do Planalto com a Câmara e o Senado, não houve consenso para votação de matérias do chamado Plano Mais Brasil. Entre elas, a PEC Emergencial que prevê medidas de controle de despesas e de reequilíbrio fiscal. Também permanece incerta a criação de um novo programa para substituir o auxílio emergencial.

Desmonte

O ex-juiz Marlon Reis, autor da Lei da Ficha Limpa, fala em “desmonte dos mecanismos de combate à corrupção” ao comentar decisão do ministro do STF, Nunes Marques, que suspendeu trecho da legislação segundo o qual a contagem da inelegibilidade de oito anos inicia após o cumprimento de pena.

Politização

Com críticas à politização em torno da vacina e das medidas de combate ao Covid-19, a comissão do Congresso que fiscaliza as ações da União durante a pandemia conclui, no parecer final, que o Brasil ainda segue sem um plano nacional de vacinação, apesar de o governo “ter divulgado algumas informações gerais”. No relatório, o colegiado também cobra do Ministério da Saúde transparência na divulgação das taxas de ocupação de leitos públicos de UTI. Os parlamentares verificaram que o Painel de Leitos e Insumos apresenta apenas o número total e suas especialidades, “não mostrando, ainda, dados quanto às taxas de ocupação por unidade da Federação”.

Alerta

Pesquisadores e técnicos de universidades que integram o Observatório Covid-19 lançam um alerta de forte tendência de crescimento de casos, internações e óbitos em quase todo o país, especialmente nos estados do Sul e Sudeste. A retomada de muitas atividades e as reuniões e festas de fim de ano preocupam porque podem piorar uma situação que já é grave, reforçam os pesquisadores. Tanto as análises do Observatório Covid-19 como os dados do Painel Coronavírus do próprio Ministério da Saúde mostram que a tendência de queda no número de casos e óbitos, verificada há pouco tempo, já se reverteu completamente.

Inação  

Os pesquisadores atribuem o aumento dos casos a vários fatores, como a falta –  praticamente absoluta -, de políticas de testagens, rastreio e isolamento das pessoas infectadas, além da inação de governos municipais, estaduais e, principalmente, federal.

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