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Programa Centelha Bahia impulsiona ecossistema de inovação

Por urandionline

O programa Centelha Bahia, que registrou mais de dois mil inscritos no ano passado, vai conceder R$ 1,6 milhão para apoiar os 27 negócios inovadores aprovados ao longo de sete meses de seleção e capacitação. Na reta final de contratação, que está marcada para ter início em outubro de 2020, os participantes, provenientes dos municípios de Salvador, Ilhéus, Feira de Santana, Paulo Afonso, Guanambi e Itajuípe, serão contemplados com recurso financeiro de R$ 60 mil para que possam desenvolver seus trabalhos.

O diretor da Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb), Márcio Costa, reafirma a alta expectativa nos pesquisadores selecionados. “O que estamos esperando é que os 27 projetos possam efetivamente alcançar os objetivos propostos, seja com novos produtos, serviços e processos, geração de novos postos de trabalhos, empresas de base tecnológica consolidadas, ajudando a consolidar o ecossistema estadual de inovação. O investimento nesses trabalhos beneficia a sociedade para que possamos continuar a fazer a Bahia avançar através da pesquisa cientifica e da inovação”, disse.

Enquanto o Centelha entra em na reta final, a secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação, Adélia Pinheiro, já antecipa o que espera da próxima edição do programa. “Após o sucesso da primeira edição, para o Centelha II, esperamos receber um número ainda maior de ideias na fase 1, a fim de aumentarmos a quantidade projetos apoiados, pois a probabilidade é que haja um aumento da captação de valores para o próximo ano. Isso representa o compromisso da Secti e do Governo do Estado em investir no potencial do povo baiano, com destaque para sua criatividade, fator que destaca a Bahia mundialmente”, destacou.

Ação cooperada
O Programa Centelha é resultado de uma ação cooperada de parceiros do Ecossistema de Inovação e, devido à pandemia da Covid-19, sofreu alterações no cronograma. Anteriormente, estava prevista a contratação dos projetos em março de 2020, data que foi alterada para outubro do mesmo ano.

Na Bahia, a execução do projeto é da Fapesb, que é vinculada à Secti, enquanto no âmbito federal fica por conta da Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTIC). São também apoiadores o Conselho das Fundações de Amparo (Confap), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) e a Fundação CERTI.

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