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Sociedade urandiense clama por renovação política

Por urandionline

O cenário de descrença dos urandienses em relação aos políticos do município abre uma discussão sobre a entrada de novos candidatos para concorrer ao pleito eleitoral. A sociedade clama por mudanças e pede renovação política.

A população está saturada de sempre ver os mesmos nomes e sobrenomes comandando a política urandiense. É importante que novos nomes surjam e que apareçam pessoas da sociedade e que não tenham vivido exclusivamente da política. É fundamental uma oxigenação na máquina pública, novos gestores com modelos administrativos mais eficientes.

Com uma renovação efetiva, a classe política poderia resgatar a confiança da população. Obviamente que não estamos falando apenas de renovação de pessoas, de nomes, mas principalmente de idéias, propostas e de práticas políticas por parte dos nossos representantes, para que assim eles contribuam para esse resgate da representatividade.

Nesse cenário de incredulidade o povo precisa de alguém em quem ele bote fé, que enxerga nele o representante da renovação na política urandiense, daqueles que depois de eleito se compromete a estar com eles. É preciso dar uma cara nova para política de Urandi, com alguém jovem, sem os vícios das “velhas raposas”, ficha limpa e que tenha o olhar voltado para o todo, compreensão das necessidades e conhecer os problemas profundamente para então buscar uma solução.

A perpetuação dos caciques  nos espaços de poder prejudica essa renovação.Quando eles optam por deixar a cena política ou são afastados, vão para os bastidores e colocam parentes: esposa, filhos, irmãos,sobrinhos. É claro que isso não tem nada a ver com renovação, e o eleitor precisa ficar atento. Não é porque é uma outra pessoa que está havendo renovação política de fato.Pelo contrário.Pode ser um mecanismo poderoso de perpetuação das velhas práticas. Velhas e negativas, maléficas do ponto de vista da gestão pública, das garantias dos direitos. Por isso, que um dos critérios que devem ser analisados na escolha do candidato é o da ancestralidade. Ou seja, verificar se esse pré-candidato pertence a uma família que já esteve no poder ou que já exerceu mandato.

Se com esses atuais políticos não está funcionando, mudemos então os políticos: partindo desse pressuposto, pessoas oriundas da sociedade civil e da iniciativa privada têm se reunido em grupos para lançar novos candidatos. São os chamados movimentos de renovação política.

A crise de representatividade contribui para que a iniciativa seja bem-vinda e elogiada pelos diversos setores da sociedade. Não há nada mais normal do que querer mudar os políticos que estão aí, especialmente os do Poder Legislativo Municipal.

 Procure se informar sobre o histórico pessoal e profissional do candidato, sua postura ética e a forma com que ele se relaciona com a sociedade. Este é um caminho que vai lhe ajudar a descobrir se o discurso enunciado realmente condiz com a atuação dele em outros momentos da vida, fora do período eleitoral. É indispensável conhecermos a biografia dos candidatos, antes de concedermos-lhes a licença para nos representar. Quando, a cada pleito eleitoral elegemos oportunistas, desonestos, ignorantes e incompetentes, estamos deteriorando as nossas consciências, o futuro da nossa cidade, o porvir dos nossos filhos e o destino da própria sociedade urandiense..

O nível de alguns vereadores é tão deplorável e a sua desconexão com os cidadãos é tamanha que urge substituí-los na próxima eleição.

Finalmente, é bom lembrar que a nossa vida, o bem-estar de todos nós e o destino dos nossos filhos irão depender da  escolha que fizermos nessas próximas eleições de  novembro. Jamais se esquecer de observar a vida pregressa de todos os (pré-candidatos) ,candidatos que aí estão. Não dê o seu voto a nenhum deles que esteve ou esteja envolvido em qualquer tipo de crime.

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