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Pretensiosos mentecaptos que não aceitam sua patética insignificância

Por urandionline
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FILOSOFANDO

As pessoas que se julgam importantes não passam de pretensiosos mentecaptos que não aceitam sua patética insignificância e o fato de que tudo que fazem é insignificante e inconsequente.” WILLIAM THOMAS (1849/1912), pioneiro do jornalismo investigativo, tendo sido um dos mais polêmicos da imprensa inglesa na era vitoriana.

Ainda estamos longe, muito longe, da verdadeira república no Brasil. Apesar de vivermos numa democracia que se consolida, ainda somos rodeados pela prática do privilégio nas instituições públicas e,como não poderia deixar de ser, da insidiosa campanha de perseguição a quem não aceita ser cooptado pelos interesses de quem executa e fortalece práticas antirepublicanas.

A perseguição política é uma das formas mais covardes de se manipular e pressionar, quem manifesta opinião e idéia que desagradam quem está no poder.Ao longo das décadas de exercício do jornalismo, sofri e sofro como tantos outros colegas de profissão, perseguições nesse sentido.

Venho sofrendo intimidações para reforçar aquela máxima: manda quem pode, obedece quem tem juízo. Os tempos são outros. Mas ainda é muito perigoso para quem, com a profissão de jornalista, não se alinha e não compactua com as ações desmedidas de politicagem praticadas por quem acredita ser mesmo blindado a qualquer tipo de medida de freio aos abusos por órgãos do controle externo. Nessa altura do campeonato só posso lamentar a insistência de alguns “representantes do povo” andando na contra mão da vida e da própria democracia, esquecendo que o ideal é a isonomia e não a utilização do autoritarismo para a prática da perseguição covarde.

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