Inicio Polícia Dercca destaca “Depoimento Especial” em alusão ao 18 de Maio

Dercca destaca “Depoimento Especial” em alusão ao 18 de Maio

Por urandionline

Na semana de mobilização pelo 18 de maio, definido como Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, a Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Contra a Criança e o Adolescente (Dercca) completou seis meses de utilização do “Depoimento Especial”, para a preservação destas vítimas.

Iniciado no final de 2018, na Dercca, quando também entrou em vigência, o Depoimento Especial, também conhecido como “Depoimento sem Dano”, é um procedimento disposto na Lei 13.431/17, realizado de forma multidisciplinar, com auxílio de assistente social ou psicólogo, que permite um ambiente menos constrangedor e mais propício para a busca da verdade.

A titular da Dercca, delegada Ana Crícia Macedo, destaca a importância de não revitimizar as crianças e os adolescentes. “É um procedimento que envolve diversas fases, favorecendo o depoimento deste público de forma espontânea, sem a sua revitimização”, afirma.

Eventos pelo 18 de Maio

Nesta semana, a titular da especializada participou de eventos em alusão ao 18 de Maio. Durante os encontros, realizados entre instituições governamentais e não governamentais, a delegada discutiu o tema, esclarecendo a legislação e as ações da Polícia Civil no enfrentamento.

Durante as reuniões com instituições, como o Ministério Público da Bahia e o Comitê de Enfrentamento ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, também foi discutido o fluxo do atendimento à criança e ao adolescente, realizado pela rede de proteção, que também envolve segmentos como educação, saúde, assistência social e justiça.

Entre o final de 2017 e o início deste ano, a Dercca participou de quatro operações nacionais de combate à pedofilia na internet, com diversas prisões e apreensões de equipamentos utilizados para o crime.

A delegada Ana Crícia Macedo defende o envolvimento da sociedade no enfrentamento. “Tão importante quanto à repressão dos crimes contra este público é o trabalho preventivo, que pode ser realizado no ambiente familiar e também nas escolas, onde a criança pode ser ensinada a ter autocuidado e autodefesa. A partir daí, ela saberá a forma de agir, quando ocorrer qualquer tipo de ameaça de abuso sexual”, orienta.

 Ascom-PC / Tony Silva

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