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Suplício da falta d’água em Urandi

Por urandionline

A despeito dos esforços do poder público, os problemas de abastecimento de água na cidade, principalmente na periferia, segue sendo o drama da população. É preciso reconhecer que muito já foi feito, porém, medidas mais objetivas precisam ser tomadas para acabar com o sofrimento de centenas de famílias que precisam “se virar” para conseguir um abastecimento mínimo. Impossível não se indignar diante do fato de que Urandi enfrenta esse tipo de problema.

Com a escassez hídrica nas barragens, afetado pelo baixo índice de chuvas, não há segurança para um fornecimento regular de água.

O que falta para garantir abastecimento adequado em todas as zonas da cidade? O fato é que a questão da água em Urandi é resultado de equívocos administrativos que se acumularam por muitas décadas, somados ao crescimento da cidade. Mudar esse cenário não é tarefa das mais simples. Exige investimentos altíssimos por parte da administração pública e conscientização da população que deve ter educação e a consciência que é a chave para evitar que a crise hídrica se agrave neste momento e deixe a cidade desabastecida.

O governo municipal encaminhou a câmara de vereadores o projeto 12/2018, que autoriza o poder executivo do município, celebrar convênio com a Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) para o controle da Estação de Tratamento de Água e permissão para gerir e cobrar uma taxa pelos serviços de abastecimento de água no espaço territorial. O projeto foi aprovado pelos vereadores por 6 a 4 favoráveis.

Os investimentos certamente serão feitos e logo poderemos ou não colher os frutos da mudança de gestão em abastecimento de água em nosso município

A mobilização popular já começou e o executivo municipal garante a realização de um ciclo de audiências publicas. É preciso debates amplos e busca do melhor para o povo urandiense.

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